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O mercado em tempo real

Publicada atualização do MOS – Manual de Orientação do eSocial

Versão 2.5.01 do MOS aplica-se à versão 2.5 do leiaute e traz aprimoramentos do texto já publicado

Resolução do Comitê Gestor do eSocial Nº 21, de 28 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 17/01/2019, aprovou a versão 2.5.01 do MOS – Manual de Orientação do eSocial, que se aplica à versão 2.5 do leiaute. As alterações feitas aprimoram o texto já publicado do MOS, corrigindo alguns pontos do manual.

A nova versão está disponível na página de Documentação Técnica do portal do eSocial.

Fonte: Portal eSocial
Data: 17 de janeiro de 2019
Acesso: 18 de janeiro de 2019

Esclarecida contribuição previdenciária do produtor rural pessoa jurídica na condição de contribuinte e de sub-rogado

A Receita Federal do Brasil esclareceu que a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, industrializada ou não, constitui hipótese de incidência de contribuição previdenciária do produtor rural pessoa jurídica.

Referida contribuição não se confunde com a que essa pessoa jurídica, na condição de sub-rogada, é obrigada a reter e a recolher aos cofres da União, em virtude da aquisição de produto rural de pessoa física, cuja hipótese de incidência é a receita bruta oriunda dessa aquisição. Tratam-se, portanto, de contribuições distintas:

a) numa, a empresa, qual seja, a pessoa jurídica produtora rural, é a própria contribuinte;

b) noutra, ela é sub-rogada, qual seja, é obrigada, por disposição legal, a reter e a recolher aos cofres públicos a contribuição de terceiros (do produtor rural pessoa física do qual adquire produto rural). Neste caso, a pessoa jurídica não é contribuinte, mas sim responsável tributária pela retenção e pelo recolhimento da contribuição previdenciária de terceiro.

(Solução de Consulta Cosit nº 9/2019 – DOU de 17.01.2019)

Fonte: Editorial IOB
Data: 17 de janeiro de 2019
Acesso: 18 de janeiro de 2019

Liberado o envio de eventos ao eSocial com publicação de Portaria do Ministério da Economia

Portaria 09/2019 do Ministério da Economia traz novos valores para 2019 do salário-família, além da tabela de alíquotas do INSS. Folha de JANEIRO/2019 do Doméstico também foi liberada

A Portaria ME nº 09, publicada em 16/01/2019 no Diário Oficial da União, reajusta os valores dos benefícios pagos pelo INSS em 3,43% a partir de janeiro deste ano, além do direito à percepção de salário família para 2019 e as faixas salariais que definem as alíquotas de desconto previdenciário do segurado (8%, 9% ou 11%).

Com isso, já está liberado o envio de eventos de remuneração (S-1200) para o eSocial, que estava bloqueado desde o dia 04/01/2019 (conforme notícia publicada no Portal).

Com a liberação, os empregadores já obrigados ao eSocial poderão transmitir seus eventos de remuneração a partir de 16/01/2019.

Empregador Doméstico: a folha da competência de JANEIRO/2019 também foi liberada para edição e fechamento a partir de 16/01/2019.

  • • Novos valores

O  valor da cota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 (quatorze) anos de idade, ou inválido de qualquer idade, a partir de 1º de janeiro de 2019, é de:

a) R$ 46,54, para quem recebe até R$ 907,77;

b) R$ 32,80, para quem recebe de R$ 907,78 até R$ 1.364,43.

Tabela de contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração a partir de 01/01/2019

SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$)

ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS

até 1.751,81

8%

de 1.751,82 até 2.919,72

9%

de 2.919,73 até 5.839,45

11 %

Fonte: DOU – Portaria nº 09, de 15 de janeiro de 2019

Fonte: Portal eSocial
Data: 16 de janeiro de 2018
Acesso: 18 de janeiro de 2018

Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF) torna-se obrigatório a partir de hoje

O novo cadastro, em produção de forma facultativa desde 1º de outubro de 2018, já conta com mais de 150 mil inscritos

O Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF), em produção de forma facultativa desde 1º de outubro de 2018, tornou-se obrigatório em 15 de janeiro de 2019 e atingiu a marca de 150 mil contribuintes registrados. Desses 121 mil são Contribuintes Individuais e os restantes são Segurados Especiais, conforme a legislação tributária vigente.

O CAEPF é o cadastro administrado pela Receita Federal que reúne informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física. Ele proporciona um meio eficiente de coletar, identificar, gerir e acessar os dados cadastrais relativos às atividades econômicas exercidas pelas pessoas físicas, servindo de apoio aos demais sistemas da Receita Federal, bem como a outros órgãos da administração pública. A norma que regulamenta o CAEPF é a Instrução Normativa RFB nº 1.828, de 2018.

A Coordenação-Geral de Gestão de Cadastros (Cocad) lembra que o CAEPF substitui a matricula CEI de Pessoa Física e torna-se importante para o cumprimento de obrigações tributárias tais como o eSocial.

Quem está obrigado a se inscrever?

a) Contribuinte Individual, conforme definido na Lei nº 8.212, de 1991, quando a ele se aplicar pelo menos uma das situações abaixo:

Possua segurado que lhe preste serviço;

  • • Titular de Cartório, sendo a inscrição no CAEPF emitida em nome do titular, ainda que a respectiva serventia seja registrada no CNPJ;
  • Pessoa física não produtor rural, que adquire produção rural para venda, no varejo, a consumidor pessoa física, nos termos do inciso II do §7º do art. 200 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999;
  • Produtor rural contribuinte individual; e

b) Segurado Especial, conforme definido na Lei nº 8.212, de 1991.

Onde encontro mais explicações?

A página oficial com informações do CAEPF – incluindo perguntas mais frequentes – é disponibilizada pela Cocad aqui.

Fonte: Receita Federal
Data: 15 de janeiro de 2019
Acesso: 18 de janeiro de 2019

Economia mundial: quais são as 4 tendências para os próximos anos?

Para entendermos sobre as movimentações e tendências da economia mundial para os próximos anos, é preciso retomar brevemente a estrutura de análise macroeconômica. 

Composta basicamente por cinco mercados, como o de Bens e Serviços, de Trabalho, Monetário — responsável pela análise da inflação —, de Títulos e de Divisas, é importante estar ciente desses conceitos para uma boa gestão do negócio, principalmente para antecipar um movimento específico em tempos de economia em baixa.

Relembrar essas questões é necessário, pois não é possível entender as tendências da economia mundial sem que se tenha noção de suas aplicações e de seus impactos no tripé macroeconômico — câmbio, meta fiscal e meta de inflação. Sendo assim, você acompanha neste artigo quais são as expectativas para os próximos anos.

 

1. Os sinais de crescimento 

O Banco Central Europeu divulgou recentemente suas considerações sobre os sinais de crescimento da economia mundial. Segundo a instituição, há incertezas sobre o comércio global, justamente pelas tensões entre Estados Unidos e China. De acordo com a divulgação do boletim econômico, embora a atividade econômica tenha se mantido resiliente, tornou-se desigual, além de demonstrar sinais de moderação.

Ainda segundo as projeções do BCE, alguns aspectos podem contribuir para esse fato, como:
retirada de apoios às economias mais avançadas;
chegada da fase madura do ciclo econômico global;
impacto da imposição de tarifas em relação ao comércio dos Estados Unidos e China.

Por essas razões, a tendência é que a atividade econômica desacelere no ano de 2019, tornando-se estável a partir de então. Sobre as taxas de crescimento, o BCE prevê uma desaceleração da zona do euro de 2018 para 2019: de 1.9% para 1.7%, abaixo do esperado há alguns meses. Em setembro, a previsão de crescimento para 2018 era de 2%, enquanto para 2019, 1.8%. Em 2020, o crescimento do PIB se manterá em 1.7%.

 

2. A guerra comercial entre EUA e China

Recentemente, após apelos dos líderes do G20 reunidos na Argentina, Estados Unidos e China acertaram uma trégua para superar a guerra comercial, sob a figura de seus líderes Donald Trump e Xi Jinping. Dessa forma, o presidente norte-americano se comprometeu a não elevar a alíquota de importação, de 10% para 25%, sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses. Do lado de lá, o país afirmou que elevaria a compra de produtos dos Estados Unidos.

Tanto um quanto o outro se comprometeram em buscar por um acordo comercial mais ambicioso. Caso isso não ocorra em um período de 90 dias, Trump pode retomar com as altas tarifas. Você deve estar se perguntando: como fica o Brasil em meio a essa briga de grandes nações? De acordo com as estatísticas do comércio exterior de nosso país, inicialmente ele se beneficiou, pois a China aumentou a compra de commodities brasileiras, principalmente se observarmos a compra de soja e barris de petróleo.

No entanto, o temor dos economistas é que essa disputa se prolongue, provocando uma desaceleração mundial da qual o país não sairia ileso. Sendo assim, os efeitos globais em relação às taxas de câmbio e preços, seja pelo encarecimento dos produtos, seja pelos produtos sobretaxados, são imprevisíveis.

A queda do PIB mundial e do PIB brasileiro nesse período já pode ser considerada como um impacto dessa guerra comercial. De acordo com o FMI, a taxa de crescimento  do PIB global reduziu de 3.9% para 3.7%, enquanto a brasileira caiu de 1.8% para 1.4% no ano de 2018.

 

3. A economia global e os bancos centrais

A Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) também prevê os riscos crescentes das barreiras comerciais para os próximos anos, como saídas de capital de países emergentes, além do aumento do preço do petróleo. Em sua avaliação, as tensões já mencionadas neste texto contribuíram para uma queda entre 0,1% e 0,2% do PIB global em 2018, enquanto as projeções para os EUA são de 2,8% em 2018 e 2,7% em 2019.

Em 2020, a desaceleração pode ser ainda maior, chegando a 2,1% no país norte-americano. De acordo com a Organização, os governos mundiais necessitam de planos de gastos para serem implementados rapidamente e de maneira coordenada para situações de desaceleração, tendo em vista que os bancos centrais não possuem mais instrumentos para frearem uma crise econômica global.

Nesse mesmo relatório, a OCDE afirma que, em um momento no qual os bancos centrais retiram estímulos para conterem a desaceleração da economia mundial, a taxa básica de juros do Fed (Banco Central dos EUA) deverá ficar na faixa de 3.25% a 3.5% até o final de 2019, enquanto atualmente está entre 2% e 2.25%. Ainda de acordo com a Organização, o Banco do Japão precisa repensar a estratégia atual, estabelecendo uma nota de inflação.

 

4. A economia brasileira neste cenário 

De acordo com as projeções sobre a economia brasileira, para os próximos anos, a tendência é um avanço mais forte do Produto Interno Bruto, mas com uma recuperação lenta em 2019, já sob o novo governo. Inicialmente, a previsão de analistas é a de que a taxa de crescimento fique em entre 2% e 3% no próximo ano, com um ritmo modesto até o final deste governo.

De acordo com especialistas, há alguns fatores que explicam essa lenta retomada para os próximos anos. Entre eles, o fato de empresas e governos terem entrado na crise já com dívidas, o que diminuiu o espaço para aumentar o consumo e para investir, freando a recuperação.

Além disso, o país fez investimentos em setores pouco produtivos, dificultando o potencial de crescimento da economia. Por fim, como as contas públicas estão em crise, houve a derrubada e limitação dos investimentos da União, estados e municípios.

As tensões mundiais também afetam o nosso cenário, uma vez que a guerra comercial entre EUA e China pode desacelerar a economia, além de aumentar a perspectiva de juros mais altos e de afetar o fluxo de capitais para países emergentes.

A partir da leitura deste conteúdo, você pôde ter acesso a 4 tendências da economia mundial para os próximos anos, além de entender como esse cenário causa impacto no Brasil neste momento de transição governamental. Entender essas questões é essencial para estabelecer estratégias para o seu negócio, uma vez que ele pode ser afetado diretamente pelas tensões comerciais e quedas de crescimento global.

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Divulgada nova versão do Manual de Orientação ao empregador para recolhimentos mensais e rescisórios ao FGTS

 

Por meio da Circular Caixa nº 831/2019, foi divulgada a atualização (versão 8) do Manual de Orientação Recolhimentos Mensais e Rescisórios ao FGTS e das Contribuições Sociais, que dispõe sobre os procedimentos pertinentes à arrecadação do FGTS, disponível no site da Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br, opção “download”, “FGTS Manuais Operacionais”).

Fica revogada a Circular Caixa nº 807/2018, que havia divulgado a versão 7 do referido manual.

(Circular Caixa nº 831/2019 – DOU 1 de 09.01.2019)

Fonte: Editorial IOB
Data: 09 de janeiro de 2019
Acesso: 11 de janeiro de 2019

Suspenso o envio de eventos de remuneração S-1200 da competência JANEIRO/2019 até publicação da portaria com tabelas de alíquotas do INSS e salário-família para 2019

 

Eventos de Desligamento (S-2299) e Término do TSVE (S-2399), bem como eventos de Remuneração (S-1200) referentes a competências anteriores, poderão ser enviados neste período. Folha do módulo Doméstico de janeiro/2019 será liberada apenas após a publicação da portaria.

A recepção dos eventos S-1200 (Remuneração de trabalhador vinculado ao Regime Geral de Previd. Social) da competência JANEIRO/2019 está suspensa até que seja publicada a portaria governamental que reajusta as faixas salariais que definem as alíquotas de desconto previdenciário do segurado (8%, 9% ou 11%) e o direito a percepção de salário família para 2019. Tal medida se faz necessária porque o eSocial precisa da tabela de alíquotas atualizada para retornar os eventos de totalização S-5001 para os empregadores. Caso o empregador já tenha transmitido algum evento S-1200, será necessário reenviá-lo posteriormente com indicativo de retificação (indRetif = “2”) para receber o totalizador com os valores corretos.

  • Eventos de Desligamento (S-2299) e Término de TSVE (S-2399)

A transmissão dos eventos de Desligamento (S-2299) e Término do Trabalhador Sem Vínculo de Emprego (S-2399) não será bloqueada. No entanto, caso a portaria com as novas alíquotas seja publicada com vigência retroativa, caberá ao empregador realizar, antes do fechamento da folha deste mês, a retificação dos eventos que já foram transmitidos, para considerar os valores devidos pelos empregados.

  • Módulo Doméstico

A folha de pagamento de janeiro/2019 do Módulo Doméstico será disponibilizada após a publicação da referida portaria.

Fonte: Portal eSocial
Data: 04 de janeiro de 2019
Acesso: 11 de janeiro de 2019

Coaf poderá aplicar punições imediatas

 

Mudança consta do novo estatuto do órgão

Vinculado ao Ministério da Justiça, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foi ampliado e teve o estatuto atualizado. Responsável pelo acompanhamento de transações financeiras suspeitas, o órgão ganhou a Diretoria de Supervisão para monitorar os setores obrigados a se reportar ao Coaf e agora poderá sugerir penas e definir situações em que serão aplicadas punições imediatas.

O novo estatuto prevê a celebração de acordos de cooperação técnica com entes públicos e privados em matérias relacionadas à prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo. Também foi estabelecido que o Coaf terá de trocar continuamente informações com órgãos supervisores, comunicantes e autoridades em assuntos relacionados às atividades do órgão.

Agora, o plenário do Coaf terá competência para estabelecer penas previstas no Artigo 12 da Lei sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro e definir situações em que o rito sumário possa ser aplicado em casos de menor poder lesivo. O plenário poderá delegar ao presidente do órgão a competência de julgar processos administrativos de apurações de infrações.

Segundo o Ministério da Justiça, as mudanças permitirão maior agilidade na deliberação de assuntos que possam necessitar do plenário, tendo em vista a urgência do tema ou observância dos prazos legais, sem dispensar a verificação na primeira oportunidade. Os prazos na condução de sanções administrativas foram atualizados. O estatuto abriu a possibilidade de os interessados acompanharem o processo por meio de acesso eletrônico.

Fonte: Agência Brasil
Data: 03 de janeiro de 2019
Acesso: 11 de janeiro de 2019

Como registrar o reajuste salarial no eSocial

 

Salário mínimo foi reajustado para R$ 998,00 a partir de 1º de janeiro.

Com o Decreto 9.661/2019 assinado pelo Presidente Jair Bolsonaro, que reajustou o salário mínimo em 4,162% a partir de 1º de janeiro, os empregados domésticos que recebem salário mínimo deverão ter seus contratos de trabalho alterados no eSocial para fazer constar o novo valor de R$ 998,00.

Para os empregados que recebem salário superior ao mínimo, o reajuste deverá seguir o estipulado entre empregador e empregado no contrato de trabalho. Assim, poderá se dar em outra data e com outro percentual, a depender do que foi contratado.

A alteração de salário não é feita automaticamente pelo sistema, devendo ser realizada pelo empregador, antes de encerrar a folha do mês.

Mas atenção nos casos de férias: o empregador deverá primeiramente fazer a alteração salarial e, só então, registrar as férias, para que os novos valores sejam considerados no recibo e na folha de pagamento. Se o empregado estiver gozando férias em 1º de janeiro, iniciadas em dezembro, a alteração deverá ser feita com data de início de vigência após seu retorno ao trabalho. Não se preocupe, o sistema aplicará o reajuste normalmente na folha do mês de janeiro.

O eSocial aceita registros sempre respeitando a ordem cronológica. Caso você tenha prestado alguma informação fora de ordem, exclua os eventos e volte a informá-los na ordem correta.

Veja o passo a passo a seguir:

1) Selecione Gestão de Trabalhadores, no menu Trabalhador, do eSocial;

2) Clique no nome do trabalhador, e em seguida, em “Dados Contratuais”:

3) Clique em “Alterar Dados Contratuais”:

 

4) Digite a data de início de vigência da alteração, ou seja, a partir de qual data a alteração passou a vigorar. Para o novo salário mínimo, a vigência é a partir de 01/01/2019 (atente para a questão das férias citadas acima):

 

5) Informe o novo valor do salário do empregado, no campo “Salário Base”. Caso o empregado receba salário mínimo, o novo valor é de R$998,00:

6) Clique no botão “Salvar” para confirmar as alterações.

Fonte: Portal eSocial
Data: 02 de janeiro de 2019
Acesso: 11 de janeiro de 2019

Você sabe o que é um planejamento estratégico? Entenda seus objetivos e etapas!

 

 

Investir no aperfeiçoamento de um negócio demanda a aplicação de conhecimentos técnicos que permitam o direcionamento inteligente das ações e estratégias empresariais. Nesse sentido, o planejamento estratégico é uma metodologia amplamente utilizada, servindo tanto para alcançar resultados financeiros quanto para o desenvolvimento de uma empresa como um todo.

O seu objetivo é de auxiliar a organização a descobrir qual caminho deve seguir para concretizar um propósito. Esse processo inclui desde a análise dos pontos fortes e fracos até as oportunidades e ameaças que estão inseridas no cenário em que se encontra.

Neste artigo você vai conhecer melhor o planejamento estratégico na prática, desde os seus aspectos conceituais até as etapas, os modelos e os resultados que ele pode gerar para a sua empresa. Acompanhe!

Importância do planejamento estratégico nas organizações

O planejamento é palavra-chave que deveria nortear qualquer negócio, independentemente do seu porte ou ramo de atuação. Muitos empresários acreditam que o planejamento estratégico se limita às grandes empresas e corporações, mas esse entendimento é totalmente equivocado.

Qualquer organização precisa traçar metas e objetivos claros, focados em informações concretas sobre sua realidade, o meio em que está inserida e o mercado.

Quando uma empresa concebe seus objetivos e suas metas e trabalha no sentido de alcançá-los, ela tem clareza do porquê existe e de onde ela deseja chegar. É por isso que um dos grandes segredos das empresas bem-sucedidas é o fato delas praticarem o planejamento de forma constante.

Dessa maneira, é importante que o gestor tenha em mente que o processo de planejamento estratégico mobiliza todos os envolvidos para construção de algo, e isso é o que movimenta todos os aspectos do negócio no sentido do seu desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo.

Etapas do planejamento estratégico

O plano de negócios representa um levantamento completo de todos os elemento de composição e as informações da empresa — isso inclui não só aspectos internos, mas também os externos.

Para alcançar um resultado qualificado é importante prestar atenção em passos que ajudam nesse processo. Apresentamos algumas das principais etapas do planejamento e como elas podem ser desenvolvidas dentro da sua empresa.

Missão, visão e valores

A primeira etapa do planejamento estratégico de uma empresa é o estabelecimento da missão, da visão e dos valores do negócio. São eles que vão definir a identidade da empresa e o seu posicionamento no mercado.

A missão deverá contemplar a razão pela qual a empresa existe, enquanto a visão estabelece onde a empresa deseja chegar. Os valores, por sua vez, delimitam os princípios que vão nortear o negócio.

Mapeamento

Estabelecidos a missão, a visão e os valores, é possível partir para a etapa de mapeamento. Nesse momento são delineados os cenários e fatores que refletem na organização, seja de forma direta, seja de forma indireta.

Aqui serão avaliadas as situações da empresa, do produto/serviço que é oferecido ao mercado, dos ativos, dos recursos, as características, as vantagens competitivas, entre outros pontos. Também é a etapa na qual é preciso ter informações sobre o mercado, os fornecedores, a concorrência, a economia, os fatores demográficos, entre outros.

Metas e objetivos

Com todas as informações do mapeamento em mãos, é possível traçar quais são os objetivos do negócio. Nessa etapa o empresário vai elencar o que deseja para o seu negócio e quais são as ações necessárias para atingir esse objetivo.

Vale destacar que essas informações precisam ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo determinado.

Execução

A etapa seguinte inclui a definição da execução das estratégias que a organização vai adotar para potencializar seus pontos fortes. Trata-se do plano de ação propriamente dito.

É nele que são estabelecidos o papel de cada um dentro dos objetivos e quais são as ações que serão colocadas em prática para atingi-los.

Mensuração e acompanhamento

A última etapa do processo é a mensuração e o acompanhamento dos resultados. Aqui são adotados mecanismos de monitoramento para saber como estão sendo executadas as metas e se os resultados estão sendo alcançados conforme o planejado.

Também é nesse momento que se realizam ajustes, caso sejam identificados resultados diferentes daqueles planejados ou mudanças inesperadas.

Impactos do planejamento nos resultados

O planejamento estratégico se apresenta como uma função administrativa que permite aos gestores analisarem, com base em informações confiáveis, a situação da empresa. Com isso, eles têm em mãos elementos fidedignos para o estabelecimento de objetivos e metas que vão orientar sua ações em curto, médio e longo prazo.

Dessa maneira, o planejamento dá condições para que a empresa antecipe ameaças e oportunidades, utilizando esses dados como ferramenta para a promoção de condições favoráveis para o crescimento do negócio.

Além disso, a utilização do planejamento estratégico permite que a empresa conheça seus pontos fortes e fracos — o que vai gerar um diferencial competitivo importante com relação aos seus concorrentes. Por isso, o planejamento é imprescindível para auxiliar na qualificação dos processos decisórios.

Modelos de planejamento estratégico

Existem alguns modelos de planejamento estratégico que podem ser utilizados nas empresas. A definição do melhor modelo varia de acordo com as particularidades de cada organização. Apresentamos alguns deles e seus principais conceitos a seguir.

Planejamento estratégico baseado em metas

O planejamento baseado em metas é o mais comum e mais versátil, já que ele parte das informações sobre a missão, a visão e os valores para a análise do negócio e o estabelecimento das metas e estratégias a serem cumpridas, a fim de cumprir a missão.

Planejamento estratégico baseado em questões

Esse modelo de planejamento começa pela análise das principais questões enfrentadas pela organização, seguida pelo estabelecimento das estratégias e dos planos de ação que serão utilizados para resolver tais questões.

Planejamento estratégico de cenários

O planejamento de cenários costuma ser utilizado juntamente a outros modelos, incorporando-o como etapa no processo.

Nesse modelo os gestores e consultores projetam diversos cenários que podem ocorrer e afetar a organização. Para cada cenário são projetadas três hipóteses: uma ruim, outra razoável e uma boa.

A partir dessas informações é realizado um processo de brainstorming, no qual os gestores respondem como agiriam em cada uma das situações. Essas informações são incorporadas ao planejamento e aplicadas, caso necessário.

Planejamento BSC

O planejamento BSC (Balanced Scorecard) é outro modelo amplamente utilizado pelos especialistas. Nesse modelo são atribuídas métricas para cada um dos objetivos traçados pela organização. Ele permite ter um parâmetro ao final dos períodos analisados, o que facilita a tomada de decisões em tempo real.

Como você pôde ver, o planejamento estratégico oferece à empresa condições de condução para o objetivo almejado. O estudo fala como e quando conduzir, bem como quais são as condições para que esses objetivos sejam alcançados.

É importante destacar que o planejamento estratégico exige muita técnica e know-how, por isso uma consultoria especializada agrega valor ao processo, fornecendo uma visão mais ampla do mercado e das tendências. Consultores são concentradores de conhecimentos de diferentes áreas, uma vez que eles atendem a diferentes perfis de empresas e negócios, contribuindo fortemente para a elaboração de um planejamento estratégico mais eficiente.

Gostou deste artigo? Então aproveite para aprofundar seu conhecimento e acesse um conteúdo extra sobre planejamento estratégico nas empresas.