Blog TBS

O mercado em tempo real

Conheça 7 maneiras de como expandir uma empresa!

Aos poucos, a crise financeira que assolou o país nos últimos anos começa a dar indícios de que vai chegar ao fim. Portanto, esse é um momento propício para investir nos negócios! Se você também quer saber como expandir uma empresa, fique atento a este post!

O crescimento de uma organização — qualquer uma — deve estar explícito em seu planejamento estratégico. São justamente as metas e objetivos que darão o norte para que você possa saber qual caminho tomar para buscar tal crescimento.

Afinal de contas, quais investimentos serão necessários? Qual é o prazo desejado para a expansão? Está sendo considerada a possibilidade ou, até, necessidade de crescimento estrutural? Essas perguntas precisam estar claramente respondidas na cabeça dos responsáveis pela organização, para que o crescimento não leve a um gasto desordenado e aos consequentes problemas financeiros no futuro.

Veja, abaixo, 7 maneiras saudáveis de se expandir uma empresa, de acordo com os objetivos do seu planejamento estratégico!

1. Invista em novas unidades

Quando se fala em expandir o negócio, o primeiro modelo que vem à cabeça é a abertura de novas unidades. De fato, atuando em um maior número de localidades, você aumenta a sua chance de realizar vendas. Mas, não esqueça que, acompanhando esse aumento no número de filiais, você também verá as despesas crescerem.

Será preciso contratar funcionários, arcar com um maior número de contas de consumo e demais gastos extras. Por isso, antes de pensar na expansão territorial, é preciso fazer um cuidadoso estudo, que lhe dará suporte para saber em quanto tempo cada unidade se pagará.

2. Conheça o modelo de franquias

Como dissemos no tópico anterior, a expansão pelo aumento do número de unidades pode trazer bons resultados, mas também acarreta mais despesas, o que pode afetar a lucratividade. Mas, se assim mesmo você deseja ter mais unidades do seu negócio, o modelo de franquias pode ser a solução.

Uma franquia consiste na adoção do seu modelo de negócio em filiais que serão administradas por um franqueado correspondente. Cada uma dessas lojas destinará parte do resultado obtido a você, como criador do negócio.

A grande vantagem desse modelo é que toda a operacionalização do negócio fica por conta do franqueado, que apenas segue as diretrizes da marca. Por outro lado, é preciso manter a vigilância para que os serviços não saiam do padrão com o qual seus clientes já estão acostumados.

3. Aumente o seu mix de produtos

Diversificar o seu mix de produtos também é uma boa forma de expandir a empresa, já que aumenta as suas possibilidades de ganho. Dependendo do seu ramo de atuação, lançar novos produtos é também uma maneira de manter o seu negócio em evidência, sempre antenado com as principais tendências de mercado.

O lançamento de novos produtos exige muita pesquisa de mercado, já que você precisará identificar se existe, entre o grande público, a demanda pelo que você está pensando em lançar. Também é preciso pensar na infraestrutura de fabricação e distribuição, de acordo com o seu modelo de negócio. Trata-se de uma forma de expansão mais lenta e gradual, que pode ser muito positiva.

4. Crie novos canais de venda

Os pontos físicos de venda são muito eficazes em qualquer modelo de negócio e você não deve abrir mão deles. Mas a tecnologia também trouxe novas possibilidades, que devem ser exploradas no seu plano de expansão da empresa. Afinal de contas, se você quer expandir, precisa buscar novas maneiras de realizar negócios, não é mesmo?

Uma boa saída é a montagem de uma loja virtual, sistema que vem sendo cada vez mais utilizado. A partir dela, você pode fomentar o negócio por meio das redes sociais, investindo em publicidade e posts pagos em blogs especializados.

Lembre-se de que a loja virtual exige um esquema de logística muito bem arquitetado, já que você precisará se responsabilizar pela entrega dos produtos. Portanto, além da segurança, é preciso se preocupar com integridade das embalagens e o cumprimento dos prazos.

5. Busque fusões lucrativas

Se você já tem uma empresa consolidada, com um bom mix de produtos, pontos de venda bem distribuídos e boas condições gerais, a solução para expandir pode estar na busca de parcerias. Fundir-se com empresas que possam contribuir com a geração de lucros é caminho interessante para aumentar sua participação no mercado.

Mas como escolher uma boa empresa para fundir com você? Primeiramente, é preciso certificar-se da situação financeira da empresa. Se ela tem dívidas, você precisará calcular o valor final com tudo já pago, para ver se a parceria vale a pena. Também é bom conferir a credibilidade da marca que está sendo adquirida junto aos clientes, uma vez que a expansão depende diretamente do número de consumidores que você conseguir reverter para você.

Por fim, estude também o quadro de pessoal da empresa a ser comprada. Naturalmente, cortes na folha de pagamento poderão ser realizados. Mas essa também pode ser a oportunidade de você identificar talentos para somar aos seus recursos humanos.

6. Ofereça licenças de fabricação de seus produtos

O licenciamento de produtos é uma prática comum no mercado e pode ajudá-lo a expandir a empresa rapidamente. Trata-se de uma forma simples e barata de você aumentar a possibilidade de oferta de seus produtos, sem necessariamente mexer na sua estrutura, já que outras empresas farão esse trabalho por você.

Para não ter problemas ao licenciar seus produtos, procure um bom advogado e cuide bem dos registros e patentes, para não ter problemas no futuro.

7. Participe de licitações governamentais

Embora envolvam muita burocracia, as licitações governamentais são uma ótima maneira de expandir os negócios. Licitação é forma como o poder público realiza compras de produtos ou serviços e trata-se de uma concorrência entre empresas, para ver quem oferece o menor preço.

A grande vantagem é que não há tantos interessados e, com uma proposta competitiva, você pode sair vencedor. Além do negócio em si, a sua empresa ganha uma publicidade positiva e pode angariar novos clientes.

Se você quer entender mais sobre como expandir uma empresa e ganhar muito mais dinheiro, venha conversar conosco! A TBS Consultoria tem as melhores soluções para o seu negócio, de acordo com o seu planejamento estratégico. Não perca tempo!


Preenchimento da GFIP para produtores rurais que optaram por contribuir sobre a folha de pagamento sofre alteração

O Coordenador-Geral de Arrecadação e Cobrança alterou o Ato Declaratório Executivo Codac nº 1/2019, que entre outras providências, divulgou os procedimentos a serem observados quanto ao preenchimento da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), pelos produtores rurais, pessoa física e jurídica, que fizeram a opção de substituir, a partir de 1º.01.2019, a contribuição previdenciária sobre o valor da comercialização da produção rural pela contribuição sobre a folha de pagamento. Estes procedimentos também deverão ser observados pelos adquirentes de produção rural de produtor rural pessoa física que fizeram tal opção.

Entre as alterações, destacamos o campo relativo a compensação e a alteração do código referente ao campo “outras entidades”.

A contribuição destinada ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) devida sobre a comercialização da produção rural deve ser recolhido por meio de Guia da Previdência Social (GPS) avulsa, no código 2712 (Comercialização da Produção Rural – CEI – Pagamento exclusivo para Outras Entidades (SENAR)), gerada no Sistema de Acréscimos Legais (SAL) disponível no sítio da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), no endereço http://receita.economia.gov.br.

A pessoa jurídica adquirente deve efetuar o recolhimento da contribuição destinada ao Senar devida sobre a aquisição de produção rural dos produtores por meio de GPS avulsa, no código 2615 (Comercialização da Produção Rural – CNPJ – Pagamento exclusivo para Outras Entidades (SENAR)), gerada no SAL disponível no sítio da RFB, no endereço http://receita.economia.gov.br.

(Ato Declaratório Executivo Codac nº 3/2019 – DOU 1 de 15.02.2019)

Fonte: Editorial IOB
Data: 15 de fevereiro de 2019
Acesso: 18 de fevereiro de 2019

Aprovadas as instruções para a declaração da Rais, ano-base de 2018

O Ministério da Economia (ME) estabeleceu que as informações exigidas para o preenchimento da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) encontram-se no Manual de Orientação da Rais, edição 2018, disponível na Internet, nos endereços http://trabalho.gov.br/rais e http://www.rais.gov.br. As declarações deverão ser fornecidas por meio da Internet, mediante utilização do programa gerador de arquivos da Rais (GDRAIS2018), que poderá ser obtido em um dos citados endereços eletrônicos.

O prazo para entrega da Rais, que não será prorrogado, inicia-se 2 dias a partir da publicação da Portaria em fundamento e encerra-se no dia 05.04.2019.

É obrigatória a utilização de certificado digital válido padrão ICP-Brasil para a transmissão da declaração da Rais por todos os estabelecimentos que possuem a partir de 11 vínculos, exceto para a transmissão da Rais Negativa e para os estabelecimentos que possuem menos de 11 vínculos. As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certificado digital do responsável pela entrega da declaração, sendo que este pode ser um Cadastro da Pessoa Física (CPF) ou um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Estão obrigados a declarar a Rais:

a) empregadores urbanos e rurais;
b) filiais, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior;
c) autônomos ou profissionais liberais que tenham mantido empregados no ano-base;
d) órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional dos Governos federal, estadual, do Distrito Federal e municipal;
e) conselhos profissionais, criados por lei, com atribuições de fiscalização do exercício profissional, e entidades paraestatais;
f) condomínios e sociedades civis; e
g) cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas.

O estabelecimento inscrito no CNPJ que não manteve empregados ou que permaneceu inativo no ano-base está obrigado a entregar a Rais (Rais Negativa), preenchendo apenas os dados a ele pertinentes. A exigência de apresentação da Rais Negativa não se aplica ao microempreendedor individual (MEI).

O empregador que não entregar a Rais no prazo anteriormente descrito, omitir informações ou prestar declaração falsa ou inexata, ficará sujeito à multa prevista no art. 25 da Lei nº 7.998/1990, regulamentada pela Portaria MTE nº 14/2006, alterada pela Portaria MTE nº 688/2009.

O estabelecimento é obrigado a manter arquivados, durante 5 anos, à disposição do trabalhador e da fiscalização do trabalho, os seguintes documentos comprobatórios do cumprimento das obrigações relativas ao ME: o relatório impresso ou a cópia dos arquivos e o recibo de entrega da Rais.

As medidas descritas entrarão em vigor em 15.02.2019, ficando revogada a Portaria MTb nº 31/2018, a qual dispunha sobre as instruções para a declaração da Rais ano-base 2017.

(Portaria ME nº 39/2019 – DOU 1 de 15.02.2019)

Fonte: Editorial IOB
Data: 15 de fevereiro de 2019
Acesso: 18 de fevereiro de 2019

Receita Federal alerta empregadores do grupo 2 para o cumprimento da 4ª fase do eSocial

Nessa fase haverá a substituição da GFIP para recolhimento de Contribuições Previdenciárias referente a competência de abril/2019

Após o fechamento da primeira folha de pagamento na nova sistemática do eSocial, as empresas de médio porte definidas como 2º grupo, cujo faturamento ficou entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões em 2016 e que não sejam optantes pelo Simples Nacional, devem se preparar para a fase 4: substituição da GFIP para recolhimento de Contribuições Previdenciárias referente à competência de abril/2019.

A Receita alerta para o risco de as pessoas deixarem para enviar as informações nos últimos dias, pois muitos contribuintes podem encontrar dificuldades devido ao acúmulo de acessos ao sítio do eSocial.

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) vai substituir até 15 obrigações periódicas para os empregadores brasileiros, reduzindo custos e melhorando o ambiente de negócios do país.

O primeiro grupo de empregadores já completou o processo de migração para o novo sistema. São 13 mil grandes empresas e 11,5 milhões de trabalhadores.

Fonte: Receita Fedral
Data: 13 de fevereiro de 2019
Acesso: 18 de fevereiro de 2019

Procuração na EFD-Reinf

Para a utilização, por procuração, da EFD-REINF é necessária exclusivamente a procuração no perfil “EFD-REINF-Geral”. Sendo que, os perfis “REINF-Especial, REINF-Retorno e REINF-Rotinas” serão desativados.

Como veiculado em 23/10/2018 e em 04/02/2019, em “Destaques” na página da EFD-Reinf, para a utilização, por procuração, da EFD-REINF é necessária exclusivamente a procuração no perfil “EFD-REINF-Geral”.

Caso haja necessidade de acessar a EFD-Reinf através de procuração, tanto via Webservice, quanto via Portal Web da EFD-Reinf (eCAC), deve ser utilizado, EXCLUSIVAMENTE, o perfil “EFD-REINF-Geral”, que está disponibilizado desde 23/10/2018.

Sendo que, os perfis “REINF-Especial, REINF-Retorno e REINF-Rotinas” serão desativados. E, visando maior divulgação aos contribuintes, essa desativação dos referidos perfis, será feita no dia 21/02/2019.

Lembrando que, para contribuintes que não possuem software específicos via WebService, poderão transmitir as informações através do Portal Web da EFD-Reinf, através do eCAC da Secretaria da Receita Federal do Brasil no endereço eletrônico: https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login/index

Fonte: Portal Sped 
Data: 11 de fevereiro de 2019
Acesso: 18 de fevereiro de 2019

Atividades excluídas do MEI em 2019

A partir de 01.01.2019, por força da Resolução CGSN 143/2018, foram excluídas 26 ocupações do MEI.

Os microempreendedores que atuem nessas atividades terão que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional.

O desenquadramento de ofício dessas ocupações, por parte das administrações tributárias, poderá ser efetuado a partir do segundo exercício subsequente à supressão da referida ocupação.

Veja abaixo a relação das 26 atividades desenquadradas:

  •   Abatedor(a) de aves independente
  •   Alinhador(a) de pneus independente
  •   Aplicador(a) agrícola independente
  •   Balanceador(a) de pneus independente
  •   Coletor de resíduos perigosos independente
  •   Comerciante de extintores de incêndio independente
  •   Comerciante de fogos de artifício independente
  •   Comerciante de gás liquefeito de petróleo (glp) independente
  •   Comerciante de medicamentos veterinários independente
  •   Comerciante de produtos farmacêuticos homeopáticos independente
  •   Comerciante de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas independente
  •   Confeccionador(a) de fraldas descartáveis independente
  •   Coveiro independente
  •   Dedetizador(a) independente
  •   Fabricante de absorventes higiênicos independente
  •   Fabricante de águas naturais independente
  •   Fabricante de desinfestantes independente
  •   Fabricante de produtos de perfumaria e de higiene pessoal independente
  •   Fabricante de produtos de limpeza independente
  •   Fabricante de sabões e detergentes sintéticos independente
  •   Operador(a) de marketing direto independente
  •   Pirotécnico(a) independente
  •   Produtor de pedras para construção, não associada à extração independente
  •   Removedor e exumador de cadáver independente
  •   Restaurador(a) de prédios históricos independente
  •   Sepultador independente

Reajuste no DAS

De acordo com o novo salário mínimo de R$ 998, a vigorar a partir de 01.01.2019, a contribuição de INSS do microempreendedor individual passa a ser de R$ 49,90.

Para as atividades de Comércio e Indústria, é somado o valor de R$ 1 de ICMS, totalizando a contribuição em R$ 50,90.

Para as atividades de Serviços, é somado o valor de R$ 5 referente ao ISS, ficando o total em R$ 54,90.

    • Fonte: Guia Tributário
      Data: 11 de fevereiro de 2019
      Acesso: 18 de fevereiro de 2019

Como garantir a segurança da informação na controladoria e finanças?

Com a difusão do uso de recursos digitais, as empresas ficaram mais suscetíveis aos riscos de vazamento de informações. Assim, a segurança da informação, principalmente na área de controladoria e finanças, é um fator que precisa ser avaliado pelo gestor, a fim de garantir a proteção dos dados e da organização.

Neste artigo, vamos aprofundar os seus conhecimentos sobre segurança da informação, apresentando a sua importância para as empresas, os riscos que ela cobre e como implementá-la, assim como outras informações relevantes sobre o tema. Acompanhe!

O que é a segurança da informação nas empresas e por que ela é importante?

A segurança da informação diz respeito à proteção dos sistemas de dados de uma empresa. O nível de proteção é proporcional ao valor das informações e ao potencial de risco e prejuízos — muitas vezes de ordem financeira, operacional ou até mesmo de imagem no mercado — caso elas sejam utilizadas indevidamente.

A chamada Política de Segurança da Informação de uma empresa é uma norma que está prevista na ABNT e na chamada Lei do Software, que regulamenta essas práticas. Praticá-la significa implementar soluções e ferramentas que se baseiem na confidencialidade, integridade, autenticidade, conformidade, disponibilidade e irretratabilidade das informações.

É importante destacar que as informações e dados de uma empresa são um ativo corporativo dos negócios, uma vez que podem ser utilizados no processo de tomada de decisões. Assim, uma política específica sobre o tema objetiva firmar um compromisso conjunto para a proteção de dados que são, ou estão, sob a responsabilidade e propriedade da empresa.

Por isso, implementar estratégias como essa é um compromisso que deve se estender entre os funcionários, executivos e consultores, assim como parceiros e colaboradores externos que venham a utilizar os dados protegidos — ou seja, todos os envolvidos que tiverem acesso às informações.

A divulgação de dados pode comprometer a continuidade das estratégias e, muitas vezes, do próprio negócio. Nesse sentido, qualquer falha nos cuidados e na preservação de informações de interesse estritamente interno pode afetar a manutenção das organizações.

Como exemplo, podemos destacar notícias veiculadas na imprensa envolvendo a Apple. Foram vazadas para o público informações de que a projeção de vendas da empresa seria menor em 2019 do que 2018. Esse vazamento representou uma perda de US$ 34 bilhões do seu valor de mercado.

Quais são os procedimentos adotados para garantir a segurança da informação?

A Política de Segurança da Informação oferece todo o embasamento para a adoção de práticas voltadas à proteção de dados. Sua elaboração está atrelada à análise de uma série de documentos, além do diagnóstico do contexto e das particularidades de cada negócio.

Nesse sentido, são considerados desde aspectos práticos até questões mais específicas, voltadas para a área de sistemas e tecnologia da informação.

Os procedimentos vão variar de acordo com as características de cada empresa e do objetivo a ser atingido. De forma geral, o foco é mantido na manutenção da confidencialidade dos dados gerados ou ainda daqueles coletados pela organização.

As políticas são desenvolvidas e detalhadas em consonância com as normas da NBR e da ABNT. Tais textos técnicos e orientações são voltados para a adoção de boas práticas, objetivando a qualidade das informações e a discrição em sua utilização.

Os setores de controladoria e finanças concentram as informações mais importantes da empresa, principalmente quando se trata do processo de tomada de decisões. Dessa maneira, acabam usufruindo em maior grau desse tipo de política.

Quais são os riscos gerados pela falta de segurança da informação?

Entre os principais riscos da falta de segurança da informação, podemos citar a possibilidade de vazamento de dados confidenciais sobre o negócio, que pode implicar no comprometimento do futuro da empresa.

Muitos dados manipulados pelos colaboradores e gestores das organizações tratam de questões envolvendo estratégias, desenvolvimento de novos produtos, pesquisas sobre o mercado e tendências, e até mesmo informações sobre a concorrência.

O vazamento dessas informações, em muitos casos, pode comprometer uma estratégia de venda ou ainda a própria credibilidade da empresa no mercado. Isso leva a outro problema: a perda de confiança.

A perda de confiança é outro fator de risco relevante relacionado à falta de segurança. Se, por exemplo, a concorrência se apropria de dados internos de clientes, pode ocorrer um descontentamento e afetar seriamente a relação entre fornecedores e consumidores.

Imagine, por exemplo, que um concorrente entra em contato com um cliente que está em processo de negociação com a sua empresa, oferecendo condições de pagamento e preço inferiores. Além disso, ele ainda menciona que a sua empresa está passando por algum problema financeiro.

Como esse concorrente ficou sabendo dessa informação? Qual será a reação do seu cliente em relação a isso? Como fica a relação de confiança entre a sua empresa e esse cliente?

Outro fator de risco são as ações judiciais, tendo em vista a obrigação legal da empresa de manter o sigilo de algumas informações — como, por exemplo, os documentos pessoais dos colaboradores. O vazamento desses dados pode representar sérios problemas para o seu negócio.

Como a TBS Consultoria pode ajudar a sua empresa?

A TBS Consultoria é uma empresa especializada na assessoria para aperfeiçoamento dos processos de gestão empresarial. Com o apoio técnico de profissionais de controladoria e finanças, oferece todo o atendimento para a execução de uma Política em consonância com os requisitos das normas em vigor.

Dessa maneira, o trabalho desenvolvido pela TBS no setor de controladoria assegura que todos os procedimentos e leis sejam implementados dentro do contexto empresarial, definindo o nível de segurança necessário para garantir a preservação de todos os dados e informações sobre o negócio.

Atuando dentro das empresas, as soluções são voltadas para a proteção das áreas contábeis, financeira e de planejamento. Com esses setores devidamente assistidos, o negócio tem elementos para desenvolver suas políticas de forma mais eficiente junto ao departamento de tecnologia da informação.

Como vimos, o vazamento de informações confidenciais é um risco cada vez maior para as empresas. Por isso, contar com o auxílio de uma consultoria especializada nos setores de controladoria e finanças é imprescindível para manter um bom relacionamento entre a organização, seus clientes e fornecedores.

Gostou deste texto? Quer garantir a segurança da informação na sua empresa? Então, entre em contato conosco e descubra como nossa equipe de profissionais poderá ajudar no desenvolvimento do seu negócio!


Instabilidade no fim do prazo para o fechamento da folha

Comitê Gestor reforça nota emitida sobre aplicação de penalidades na fase de implantação do eSocial

Considerando os relatos de instabilidades do sistema ocorridas nos dias 06 e 07 de fevereiro, o Comitê Gestor reforça nota emitida em julho/2018 sobre as penalidades pelo descumprimento dos prazos previstos no “faseamento” do período de implantação do eSocial.

O Comitê Gestor orientará os órgãos fiscalizadores quanto à não aplicação de penalidades pelo eventual descumprimento dos prazos das obrigações acessórias, uma vez demonstrado que ocorreu por questões técnicas, inerentes às dificuldades de implantação.

Acrescenta que o eventual descumprimento do prazo de fechamento da folha neste momento de implantação não interfere no cumprimento das obrigações de recolhimento do FGTS e da Contribuição Previdenciária, uma vez que a obrigação de recolher o FGTS por meio de SEFIP ainda não foi substituída e que o vencimento da DCTFWeb é dia 15.

O Comitê Gestor reconhece e permanece sensível aos esforços de todos os envolvidos na implantação do eSocial.

Fonte: Portal eSocial
Data: 08 de fevereiro de 2019
Acesso: 11 de fevereiro de 2019

Cronograma de apresentação da EFD-Reinf por empresas enquadradas no Simples Nacional

A Instrução Normativa RFB nº 1.701/2017, art. 2º, § 1º, II, estabelece que, para fins de apresentação da EFD-Reinf, o 2º grupo compreende as demais entidades empresariais, exceto as optantes pelo Simples Nacional, desde que enquadradas nessa condição em 1º.07.2018.

Portanto, temos que foi fixado o dia 1º.07.2018 como data-limite (data de corte) a ser observada pela empresa optante pelo Simples Nacional, independentemente do regime tributário adotado no ano-calendário de 2019.

De acordo com o “Perguntas Frequentes” nº 1 – Portal do Sped, no site da Receita Federal (http://sped.rfb.gov.br/pastaperguntas/show/1497), foram trazidas novas informações sobre o grupo de enquadramento e início de prestação de informações na EFD-Reinf por empresas optantes pelo Simples Nacional, se o 2º grupo – janeiro/2019 ou se 3º grupo – julho/2019.

Segundo a Receita Federal, foram apresentados mais 2 cenários para fins de enquadramento da empresa do Simples Nacional nos grupos da EFD-Reinf e, como consequência, a definição do prazo de entrega e a abrangência dos fatos geradores, que serão objetos de informações na referida escrituração.

Para melhor compreensão, apresentamos, a seguir, um quadro sinótico com as situações possíveis de enquadramento e de entrega da EFD-Reinf para as empresas do Simples Nacional:

 

Fonte: Editorial IOB
Data: 06 de fevereiro de 2019
Acesso: 08 de fevereiro de 2019

Obrigatoriedade do Bloco K – Demais estabelecimentos

Neste mês de fevereiro, os estabelecimentos que estão previstos no inciso III do AJUSTE SINIEF 25, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2016, deverão ingressar na entrega do Bloco K referente as informações de janeiro/2019, veja a seguir:

AJUSTE SINIEF 25, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2016

Cláusula primeira Os dispositivos a seguir indicados do § 7º da cláusula terceira do Ajuste SINIEF 02/09, de 3 de abril de 2009, passam a vigorar com as seguintes redações:

(…)

III – o inciso III:

“III – 1º de janeiro de 2019, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os demais estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32; os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da CNAE e os estabelecimentos equiparados a industrial, com escrituração completa conforme escalonamento a ser definido.” (grifo nosso)

Por Ingrid Bernardi – TBS